EXTREME PROGRAMMING (XP)

Caros bacherelandos de Sistemas de Informações,

O Marialdo, nosso colega, me enviou um artigo interessantíssimo sobre Extreme Programming (XP).

“Extreme Programming (XP) é uma metodologia de desenvolvimento de software, nascida nos Estados Unidos ao final da década de 90. Vem fazendo sucesso em diversos países, por ajudar a criar sistemas de melhor qualidade, que são produzidos em menos tempo e de forma mais econômica que o habitual. Tais objetivos são alcançados através de um pequeno conjunto de valores, princípios e práticas, que diferem substancialmente da forma tradicional de se desenvolver software.”

No link abaixo está disponível uma palestra sobre o assunto (para assistir e para baixar) e uma resenha sobre o libro, para os que querem conhecer melhor XP. 

EXTREME PROGRAMMING (XP)

aproveitem, 
abraços.

Comparação entre Metodologias RUP e XP

Metodologias para o desenvolvimento de software independente de seus processos específicos buscam reduzir riscos e aumentar a qualidade do produto gerado. As metodologias RUP e XP têm esse fim, pois presentam mesmos valores como, envolvimento do cliente, iterações, testes contínuos e flexibilidade. Porém busca-se esses objetivos de forma diferente, através de implementações diferentes.

 

De forma geral o XP se apresenta como uma metodologia a ser utilizada em projetos onde os requisitos são voláteis ou não claros sendo assim muito flexível, porém existe uma limitação de uso em equipes pequenas, pois não dá ênfase à documentação e sim a comunicação oral restringindo sua aplicação em projetos com equipes distribuídas geograficamente. A divisão de atividades (tarefas e papéis) no XP também não é muito  específica, sendo uma desvantagem para a divisão de responsabilidades em projetos grandes.

 

O RUP estrutura o projeto fazendo uma divisão bem definida de atividades (tarefas e papéis) e define uma coleção de artefatos que são usados como produtos de entrada e de saída de processos. Essa estruturação (com auxílio de softwares) do processo permite que o RUP seja utilizado em projetos grandes, e com distribuição geográfica, com um custo (esforço) adicional de gerência do projeto. Esse custo adicional pode não ser justificável em pequenas equipes.

Veja artigo completo.

Creditos:
Programa de Pós Graduação em Informática Aplicada
PUC – Curitiba, PR
Carlos G. Vasco,
Marcelo Henrique Vithoft,
Paulo Roberto C. Estante